segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Dia dos Namorados.

Ontem foi o Dia dos Namorados e eu me lembrei de uma situação que me aconteceu há exatos dois anos atrás.
Acho que era uma sexta-feira e eu fui pegar os meus filhos na escola pois eles iriam passar aquele final de semana comigo. Eram quase seis horas da tarde e, assim que as crianças entraram no carro, disseram que estavam com muita fome e queriam jantar em um determinado restaurante da cidade. Concordei e fui direto pra casa dar um banho neles pra que pudéssemos sair pra jantar.
Chegamos meio cedo ao restaurante, por volta das sete da noite, e o restaurante ainda estava vazio. Havia apenas mais uma mesa ocupada. Fazia menos de uma ano que eu havia me separado e eu ainda tentava me acostumar com os olhares indiscretos toda vez que eu estava em público sozinho e com duas crianças.
Naquela época, eu andava bem desanimado, saía pouco de casa e não queria ouvir falar de relacionamento, namoro, casamento etc.
Pois bem, perto das oito horas, estávamos lá jantando alegres e descontraídos quando começou a chegar uma multidão de casais pra jantar. Todo mundo com um sorriso nos lábios e aquela "cara de feliz". Algumas moças já chegaram com flores nas mãos. Outras receberam flores no meio do jantar. Eu só não perdi a fome porque eu já estava terminando de comer. Ainda assim, o estômago ficou embrulhado. Estava me sentindo um extra-terrestre que acabou de pousar no planeta errado.
Mas o auge do jantar foi quando três músicos entraram no restaurante, se aproximaram de uma mesa e começaram a tocar. De todo o coração, fiquei com vontade de quebrar aquele violino na cabeça do cidadão.
Pedi a conta, paguei, e, quando eu já me levantava da mesa, ainda tive a impressionante visão do cara se ajoelhando para pedir a mão da moça. No meio do restaurante. Em pleno Dia dos Namorados. Muitos aplaudiram. Era só o que me faltava. Fui embora na dúvida se os aplausos eram pros pombinhos ou porque eu estava saindo daquele lugar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tem que querer muito!


Há até bem pouco tempo atrás eu andava meio arisco e costumava dizer que casamento ou relacionamento sério eu nunca mais iria querer. Com o tempo (sempre ele: o tempo), a gente vai se curando e se recompondo. Até que chega o ponto em que a gente se sente pronto pra recomeçar. A grande maioria das pessoas normais e saudáveis quer ter alguém do seu lado. Faço parte dessa maioria. Até os meus filhos tem me dito "que eu preciso ter alguém pra me fazer companhia nos dias em que eles não estão comigo, alguém pra me acompanhar ao shopping e ao cinema", nas palavras deles.
Hoje eu posso dizer que tenho alguma experiência em relacionamentos. Principalmente no que fazer pra um relacionamento dar errado. Isso mesmo. Já errei muito e tenho bastante consciência disso.
Mas então o que fazer pra dar certo? Pergunta cretina, eu sei. Como se existisse fórmula, regra ou receita. Ainda assim, eu insisto e arrisco uma resposta: tem que querer muito!
Não basta estar a fim, gostar da idéia ou ter alguma afinidade. Tem que querer muito! Tem que se dispor, se dedicar, suar a camisa. A gente se esforça tanto pra tanta coisa, estuda, se organiza, trabalha, elabora estratégias financeiras, profissionais. Mas raramente eu vejo a mesma dedicação nos relacionamentos.
Outro dia, conversando sobre relacionamentos, alguém comentou comigo que "estava iniciando um relacionamento e iria deixar correr pra ver no que dava". Não consegui parar de pensar nessa frase. Fiquei com a impressão de que tem tudo pra não dar certo. Pelo menos, acho que essa é a tendência, a probabilidade. São os sinais. "Deixar correr" dá um ar de pouca importância, de pouco caso, de falta de organização e dedicação. Talvez eu esteja sendo chato ou exigente demais. Mas hoje é assim que eu acho que um relacionamento deva ser encarado. Com disposição, dedicação, organização, estratégia, tempo. Pode parecer frio, mas eu preciso disso. Preciso me sentir bem e seguro.
Tem mais um detalhe: "querer muito" não significa apenas dizer que quer muito. Geralmente palavras são apenas palavras. "Querer muito" envolve atitude e iniciativa.
Claro que tudo isso vem acompanhado de atração, afinidade, desejo. É uma grande mistura de ingredientes. Se faltar um ou outro ingrediente, o gosto não será o esperado. Se faltarem muitos desses ingredientes, o prato pode até ficar insuportável.
Pois é: tem que querer muito!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Quem disse que todo homem gosta de peitão?

Essa é mais uma das grandes mentiras que a gente ouve muito por aí. O assunto é polêmico, mas faz uma reflexão valer a pena.
Essa cultura do "peitão" começou ainda na década de setenta, ou talvez um pouco antes, através dos filmes americanos que eram exibidos mundo afora e mostravam aquelas branquelas sem bunda e com peitos enormes como "padrão" de mulher. Mas que padrão? Americano? Pra mim os americanos são o "anti-padrão" de quase tudo.
Já na década de noventa, quando as cirurgias plásticas começaram a ficar mais acessíveis, essa cultura começou a se propagar aqui no Brasil. E acabou se consolidando na última década com as novelas, reality shows, revistas de moda e comerciais de TV. Parece que a televisão brasileira adotou esse padrão e, a partir daí, começou a tentar impregná-lo na população.
Muitas mulheres - aquelas que não foram premiadas pela natureza com os peitões - compraram essa idéia e sofrem muito com isso. Muitas tem medo de passar por uma cirurgia plástica ou simplesmente não tem grana pra fazê-la. Muitas mulheres sabiamente consideram os riscos de uma cirurgia invasiva como essa, chances de rejeição, durabilidade, manutenção da prótese etc e preferem não se arriscar.
Mas eu pergunto: quando uma mulher decide investir na aparência, pra quem ela faz isso? As feministas dirão que é, antes de tudo, pra elas mesmas. Mas eu estou falando das mulheres normais, a mulher média e equilibrada. Embora algumas dessas mulheres não admita, a maioria investe na aparência pra tentar despertar a atenção masculina. Pois bem, será que essas mulheres já perguntaram aos homens sobre o que eles gostam? Será que elas se lembram que homem tem opinião, e que talvez elas estejam por fora da opinião deles?
Se você colocou uma prótese de silicone, se a sua auto-estima melhorou e você está feliz, ótimo! Ignore esse texto e seja feliz.
Mas eu vou expressar a minha opinião pessoal e também vou contar um pouco sobre o que eu já ouvi em bate-papos entre amigos. Eu arrisco dizer que a maioria (mais de 50%) dos homens não gosta de peitão. Muitos simplesmente não se importam com o tamanho do peito e se preocupam com outras questões mais importantes. Uma boa parcela prefere peitos médios ou pequenos (eu mesmo prefiro peito pequeno).
Agora, respondendo de uma outra maneira, eu afirmo que a maioria dos homens gosta é de mulher natural. Não importa se o peito é grande, médio ou pequeno. Sem aquela sensação - verdadeira, diga-se de passagem - de estar apalpando algo artificial.
Pode soar até cômico mas, quanto "maior" for o peito, "maior" será a queda dele um dia.
A gente tem que tomar cuidado com o que a gente "compra" como verdadeiro, unânime ou como padrão nacional. E, além do mais, nem sempre viver de acordo com o "padrão" é a forma mais emocionante de se viver.
Fica aqui a minha homenagem às belas mulheres com peitinho!!!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Pra que entender?

Ultimamente eu ouvi algumas amigas que tinham acabado de sair de relacionamentos dizerem: "mas porque?"; "eu só quero entender o que aconteceu"; "ele não me explicou nada, simplesmente terminou".
Meninas, vocês querem entender o que??? E pra que???
Já sei o que você deve estar pensando: "Ué, eu quero entender o que eu fiz de errado pra não repetir o erro". Provavelmente ninguém fez nada de errado. Simplesmente não rolou. Inclusive, a probabilidade de "não rolar" é bem maior do que a de "rolar". Caso contrário, todo mundo se casaria com o primeiro paquera ou namorado. Mas a gente sabe que não é bem assim que a coisa funciona.
Acabou, não é? Então bola pra frente. Quem vive de passado é museu. Levante a cabeça e siga em frente!
Cada relacionamento é único e cheio de peculiaridades. É besteira querer ficar comparando, tentando entender as coisas. Tente tirar proveito das lições vividas "durante" o relacionamento. E esqueça o resto.
A não ser que você ainda não esteja conseguindo se conformar com a situação. Nesse caso, assuma os seus sentimentos, deixe o orgulho de lado, e procure a outra pessoa pra tentar alguma coisa. Claro, já ciente da grande probabilidade de levar um segundo fora. Mas é pagar pra ver.
Lembre-se do velho ditado: "a fila anda". Não vai ser logo você quem vai fazer a fila emperrar, né?

terça-feira, 1 de março de 2011

Festa de casamento: sim ou não?

Antes de mais nada, é bom deixar claro que esse texto é uma mera divagação. Eu não estou pensando em me casar. Mas eu tenho muitos amigos vivendo essa fase casamenteira e toda hora esse assunto entra em pauta.
Eu acredito que as mulheres se preocupem mais com a questão da festa do que os homens. A maioria dos homens não liga muito pra isso. Eu já ouvi amigas dizendo que é um momento único na vida e que deve ficar registrado com uma festa.
Como quase tudo nessa vida é relativo, a festa de casamento depende da situação dos noivos. Muita gente se casa às pressas e nem tem tempo de planejar uma comemoração. E muita gente simplesmente não tem grana mesmo. Esse foi o meu caso: quando me casei eu não tinha grana e me despedi na igreja.
Por outro lado, tem sido comum ver festas de casamento sendo planejadas com mais de um ano de antecedência. Nesse período, a vida dos noivos gira única e exclusivamente em torno da preparação da festa. Passam até a conviver menos e, quando estão juntos, o único assunto presente é a festa. O foco é a festa. E depois que a festa acaba? Tudo bem, tem uns dias de lua-de-mel. Mas e depois? A dura realidade parece ficar ainda mais dura.
Eu acho estranhas algumas escalas de valor. Eu não conseguiria gastar o equivalente a um bom carro ou a um apartamento numa festa que dura algumas horas e, no dia seguinte, ir morar num apartamento alugado, por exemplo.
Se, durante esse ano que antecede à celebração, os noivos passassem mais tempo juntos e aprendendo sobre o casamento, sobre a realidade do casamento, sobre os altos e baixos que vão enfrentar, as dificuldades que surgirão, a gente veria menos casamentos recentes já desmoronando por aí. Tenho certeza disso.
Eu não estou aqui querendo condenar a realização de uma festa de casamento. De forma alguma. Estou apenas tentando dizer que é preciso equilíbrio e ponderação: de valores, de tempo, de despesas etc. E o foco deveria ser a união propriamente dita, o compromisso que estão assumindo, a familia que está nascendo. Pois o resto se perde no tempo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Caminhando de mãos dadas.

Caminhar de mãos dadas é romântico, gostoso, bonito. Mas há ocasiões em que não é preciso andar de mãos dadas.
Por exemplo, na hora da caminhada - me refiro ao exercício físico, eu acho dispensável andar de mãos dadas. São só alguns minutos, no máximo uma hora; ninguém vai fugir (moço, e se ela resolver fugir, não é pela mão que você vai conseguir segurá-la, pode apostar!).
Geralmente, na caminhada, o ritmo é mais forte do que num passeio romântico. E, nessa hora, andar de mãos dadas até atrapalha, incomoda.
Estou fazendo esse comentário porque, eventualmente, quando eu corro ou caminho perto da minha casa pra me exercitar, eu vejo alguns casais - poucos casais, diga-se de passagem - caminhando de mãos dadas. Na maioria das vezes, o casal é bem jovem, com "cara" de que acabou de começar a namorar. Talvez seja por insegurança, sentimento de posse, ou seja simplesmente pra exibir a nova conquista, não sei. Em qualquer caso, não deixa de ser estranho.
É, acho que hoje eu acordei mais chato e implicante do que o normal.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A chave de fenda.

O marido em pé na cadeira, trocando a luminária da cozinha, grita pra esposa: "Me traga uma chave philips aí dessa caixa";
Ela: "Aqui não tem nenhuma chave philips"
Ele: "Tem sim, olhe direito"
Ela: "Não tem não. Todas as chaves aqui são Tramontina".Itálico
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Amar é...

Eu já disse em outro texto que não acho justo - e nem possível - alguém querer definir o que é o amor. Muitos tentam e oferecem as mais diversas explicações e conceitos, mas parece que a dúvida e a polêmica só aumentam. Ao mesmo tempo em que pode se consolidar e amadurecer a ponto de ser simples, o amor não deixa de ser complexo. Olha só o que eu já acabei de afirmar: o amor pode ser simples e complexo ao mesmo tempo. Que contraditório. Por isso, melhor mesmo é não tentar definir o amor.
Por outro lado, acho possível tentar entender algumas "formas" através das quais podemos "amar" alguém. Quando a gente ama, a gente cuida, a gente protege, a gente se preocupa, a gente se entrega e se sacrifica. Mas é um sacrifício bom, que nos dá prazer e satisfação, pois sabemos que estamos fazendo algo bom pra alguém que é especial e importante em nossas vidas.

Outro dia, uma pessoa me disse que amar também é sentir falta, não conseguir ficar longe da pessoa amada. Acho que esses são efeitos de quando se ama, já que ocorre uma espécie de fusão entre duas pessoas que, de certa forma, acabam se tornando uma. Assim, quando metade está longe, a outra metade sente falta, se sente incompleta. É mais ou menos esse o esquema da tradicional "fusão romântica" que estamos acostumados a presenciar, em que duas pessoas se fundem e se completam. Mais tranquilo seria se essas duas pessoas já se encontrassem previamente "completas" e se unissem apenas pra se "complementar", pra somar. Mas o nosso vazio humano e a nossa necessidade de aconchego quase que inviabilizam esse tipo de processo, que fica restrito a uns poucos seres iluminados que já atingiram um grau altíssimo de maturidade e experiência. Um dia eu chego lá.
Mas e aquele fogo incontrolável??? Fogo é paixão, atração e química. Coisas que não têm nada a ver com o amor. São sentimentos bons, mas não são ligados ao amor. As pessoas envelhecem e deixam de ser atraentes. Os hormônios mudam, desaparecem, e a química e a atração diminuem consideravelmente com o tempo. Ainda assim, essas pessoas podem se amar, se respeitar, se cuidar: por causa do amor!
Dois velhinhos podem estar juntos há cinquenta anos, e ainda podem se amar não por causa da paixão, da atração ou da química, mas por causa do cuidado, da proteção, do respeito, da amizade e do aconchego que proporcionam mutuamente.
Por isso, acho que podemos começar a amar bem através do cuidado, da proteção, do respeito, da amizade, do carinho e do aconchego. E no meio do caminho podemos aprender e incrementar esse "amar" com outras formas de fazer bem ao outro.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Oito ou oitenta.

Me aconteceram algumas situações interessantes nos últimos tempos. Conheci muita gente legal. Mas também conheci pessoas não tão legais. Algumas pessoas me chamaram mais a atenção.
Sabe quando a gente conhece alguém em clima de paquera, sai com a pessoa duas ou três vezes, se empolga um pouco no início, mas logo depois percebe que não vai "rolar"?!? Esse tipo de situação é o normal, natural. Afinal, raramente alguém se casa com a primeira pessoa que conheceu. É pra isso que a paquera e o namoro servem: pra se conhecer, pra ver se vai gostar, se tem afinidade. Ou não. A probabilidade de dar certo é bem menor do que a de não dar certo. Na maioria dos casos, não dá certo.
Alguns homens e mulheres passam por esse tipo de experiência de forma tranquila e serena. Se não dá certo, se tornam amigos. Tudo numa boa. E bola pra frente.
Mas há mulheres que agem de forma estranha (talvez alguns homens também ajam de forma estranha - não sei dizer, nunca paquerei um homem). Enquanto há o clima de paquera, elas agem com a maior atenção, carinho e educação. Estão empenhadas na conquista. Pra elas o cara é o "príncipe" que elas sonhavam. Mas, assim que elas percebem que não vai "rolar" (por parte do homem), elas automaticamente começam a enxergar um "sapo". Se afastam de forma grosseira e pouco diplomática. Nunca mais sequer cumprimentam.
Fica um clima mais ou menos assim: ou o cara é legal e é meu; ou ele não é meu e é um lixo. Não há meio termo.
Mas, no fundo, eu acho que isso nem é uma questão de maturidade. É pura falta de educação mesmo. É a minha impressão.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Separado pagando mico

Enquanto eu escrevia o texto Separado, e daí?, eu me lembrei de um mico interessante que eu paguei pouco tempo após ter me separado.
Eu me separei em 2006 e, por quase um ano, eu não saí com absolutamente ninguém na minha cidade. Não me sentia bem, tinha vergonha, nem sabia como fazer ou agir, ou como recomeçar.
Até que um belo dia, já em 2007, um amigo comentou que iria me apresentar a uma moça que também era separada, e que a gente deveria sair pra conversar, se conhecer e se distrair um pouco, sem compromisso. Concordei, entrei em contato com a moça e conversamos umas duas ou três vezes por telefone antes do primeiro encontro.
Não sei se por receio ou medo (ou porque ela já conhecia aquela regra pra não entrar numa roubada), a moça disse que preferia me buscar em casa. Combinamos o dia e o horário. Próximo da hora marcada, ela me ligou dizendo que eu deveria descer pois já estava a caminho do meu prédio.
Enquanto eu me preparava pra descer, os meus filhos me ligaram pra me "dar boa noite". Fiquei com eles no telefone por uns cinco minutos e depois desci.
Chegando no carro da moça, eu a cumprimentei e logo pedi desculpas por ter demorado esses cinco minutos, pois tinha recebido a ligação dos meus filhos. Pro meu espanto, ela virou pra mim e soltou: "o que, você tem filhos?" Sinceramente, nas duas conversas que tivemos pelo telefone eu nem me lembrava se tinha tocado nesse assunto. Respondi que sim, que tinha dois filhos.
Ela então me disse que queria sim conhecer alguém e que essa pessoa até poderia ser separada, assim como ela, mas que não poderia ter filhos. Pediu educadamente que eu descesse e sumiu.
Fiquei uns três meses trancado em casa com a auto estima no fundo do poço e tentando entender o que eu tinha feito de errado.